A ideia de “integrar tudo” raramente resolve
Em muitas empresas, a integração de sistemas surge como resposta natural a problemas operacionais. Quando há duplicação de dados, trabalho manual ou dificuldade em obter informação consistente, a conclusão parece evidente: é necessário integrar os sistemas da empresa.
Na prática, traduz-se na criação de ligações entre plataformas através de APIs, partilha de dados e sincronizações automáticas. A expectativa é que, ao conectar os sistemas, a informação passe a circular e os problemas desapareçam, no entanto, essa expectativa raramente se confirma de forma sustentada.
É comum que, mesmo depois de integrar sistemas, continuem a existir inconsistências, validações manuais e dificuldades na utilização dos dados, e em alguns casos, a complexidade até aumenta. Isto acontece porque a integração dos sistemas não garante que a informação esteja organizada, nem que circule de forma controlada.