Um exemplo prático: da origem do lead ao tratamento do processo
Numa empresa que atua na área imobiliária e também na intermediação de crédito, é comum existirem dois sistemas distintos. Um para gerir imóveis e contactos comerciais, outro para tratar dos processos de crédito.
Sem qualquer ligação entre eles, o fluxo de trabalho tende a ser fragmentado. Um contacto é registado no software imobiliário e, se avançar para crédito, a informação tem de ser novamente introduzida no outro software, pelo que, ao longo do processo, é necessário acompanhar manualmente o estado em ambos.
Este método cria vários pontos de risco. A informação pode ficar incompleta, desatualizada ou divergente, e, sobretudo, exige intervenção constante para garantir que o processo avança corretamente.
Quando existe interoperabilidade entre ambos os sistemas, o fluxo muda de forma simples, mas significativa. O contacto é registado uma única vez, a informação relevante segue automaticamente para o software de intermediação de crédito, que passa a tratar o processo. O sistema de origem mantém apenas a informação necessária para acompanhamento, sem aceder a dados sensíveis.
Neste modelo, elimina-se a duplicação, reduz-se o número de intervenções manuais e mantém-se a separação necessária entre sistemas, algo especialmente relevante em setores altamente regulados como o caso da intermediação.